quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Correio do Dia dos Namorados



No dia 12 de fevereiro o GAAF organizou pela primeira vez a Entrega do Correio do Dia dos Namorados.

Foram colocados dois marcos de Correio, um na Biblioteca e outro no Bar dos Alunos. 

Ao longo de três semanas toda a comunidade escolar teve oportunidade de fazer chegar a namorados/as, amigos/as e funcionários/as por quem têm um carinho especial, mensagens escritas, poemas e dedicatórias.

As cartas foram entregues ao longo de todo o dia pelas técnicas do GAAF – Vanessa Correia e Andreia Alvarez.

Esta entrega contou com a ajuda de alguns elementos da Associação de Estudantes.

Dia da Paz e da Não-violência



No dia 29 de janeiro comemorou-se o dia da Paz e da Não- Violência.

A Escola Básica 2 3 D. Francisco Manuel de Melo assinalou este dia com atividades destinadas aos alunos de Educação Moral e Religiosa.

O GAAF participou nesta iniciativa com a exposição “Parábola das Colheres de Cabo Comprido”, dinamizada pelas técnicas do GAAF Vanessa Correia e Andreia Alvarez a convite da professora Noémia Farinha. 





Projetos de Treino de Competências Pessoais, Sociais e Relacionais



Durante o mês de janeiro, as técnicas do GAAF – Vanessa Correia e Andreia Alvarez - iniciaram nas Escolas do Agrupamento os diferentes Projetos de Treino de Competências Pessoais, Sociais e Relacionais.


Na turma 5º2 da Escola Básica 2,3 D. Francisco Manuel de Melo, com o projeto  “Dá-me um Abraço”.


Na turma do 4º ano da Escola Básica 1/Jardim de infância Manuel Heleno, com o projeto “Baliza dos Afetos”.



Na turma do 1-3CV1 da Escola Secundária Seomara da Costa Primo, com o “Aprender a Ser”.


O que te faz sorrir? :)



O GAAF relembra como é importante valorizar o que nos alegra e convida-vos a sorrir!


“É necessário muito pouco para provocar um sorriso e basta um sorriso para tudo se tornar possível.”

Gilbert Cesbron

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Desfile de Carnaval 2015



No dia 13 de fevereiro o GAAF, com a colaboração da Associação de Estudantes e da professora Sónia Carvalho, organizou o Desfile de Carnaval 2015.
Nesta atividade participaram vários alunos, que desfilaram com máscaras de Carnaval.


Todas as máscaras foram pontuadas por um júri constituído pelo professor Rui Raposo, pela funcionária D. Conceição Fortunato, pela Presidente da Associação de Estudantes Genoveva Ferreira Pereira e pela Assistente Social Vanessa Correia.

A contabilizar as pontuações esteve a Mediadora Socioeducativa Andreia Alvarez.



A máscara mais votada foi premiada pela Direção do Agrupamento com um cheque prenda da FNAC no valor de 10.00€ que foi entregue pelo Professor Carlos Dias.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Iniciativa "Benfica Faz Bem"



No dia 20 de fevereiro de 2015, no âmbito da colaboração entre o GAAF e a Fundação Benfica, a Escola Secundária Seomara da Costa Primo recebeu no Auditório quatro Atletas de Alta Competição. 


Cláudio Pedroso e Albert Pujol da Equipa de Andebol, e Marcos Valente e Nuno Santos da Equipa B de Futebol.

No final da Sessão os alunos foram surpreendidos pela vista da Águia Vitória e puderam recolher junto dos Atletas autógrafos e fotografias.


Nesta atividade estiveram todos os cursos de 3º ciclo do Ensino Vocacional e as turmas do Ensino Profissional de Técnico de Apoio à Gestão Desportiva.

Aqui ficam algumas fotografias:



 


 






















sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Como ajudar o seu filho a ser sociável?


A capacidade de interagir bem com os outros é necessária para a vida.


Você já reparou que os bebés adoram interagir com adultos e abrem um sorriso enorme às nossas tentativas de aproximação? "Somos uma espécie social por natureza". 

Uma criança sociável é capaz de fazer e de manter amizades, de expressar compreender sentimentos e opiniões, impondo-se quando necessário, sem desrespeitar o outro. Essas habilidades são importantes não só na escola, mas durante toda a vida.

Mas se todos somos sociáveis, porquê que algumas pessoas são mais extrovertidas e outras mais introvertidas? Será que é possível ensinar uma criança a ser sociável ou cada um já nasce mais ou menos sociável? "As pessoas têm predisposições, há crianças que são mais expansivas e outras mais retraídas, no entanto, é a interação com as pessoas que vai estimular ou não a sociabilidade", responde a professora de Psicologia Clínica e do Desenvolvimento Alessandra Bolsoni.

Crianças pouco sociáveis têm menos hipóteses de superar dificuldades escolares e, ao longo do tempo, têm mais riscos de desenvolver problemas emocionais (ansiedade, tristeza, medo) e de comportamento (agressividade, impulsividade, rebeldia). Isso porque crianças sociáveis possuem as ferramentas necessárias para se desenvolver e se adaptar melhor. 

A sociabilidade começa desde cedo. É por isso que pais devem saber como contribuir para o desenvolvimento dos seus filhos, na medida certa. "Superproteção ou abandono podem levar a criança a um comportamento egocêntrico, que não aceita a diversidade", alerta a psicóloga infantil Marta Santos Oliveira.

Veja dicas para ajudar seu filho a ser sociável:

1. Conviva e converse com o seu filho:
Pode parecer óbvio, mas muitos pais não têm tempo de conviver verdadeiramente com os seus filhos. "A socialização é um processo que se inicia desde o nascimento. Conversar com as crianças é uma necessidade", diz a psicóloga infantil Marta Santos Oliveira. Se não houver convívio, a criança não terá oportunidades suficientes para interagir com a família e aprender a  relacionar-se com os outros. Esteja disponível para ouvir o seu filho e  crie situações para conversas honestas. Mas atenção! Ouça com atenção e demonstre real interesse pelas respostas de seu filho.

2. Seja um bom exemplo:
O exemplo é um dos princípios mais poderosos na Educação. Crianças e jovens aprendem por meio dos modelos que têm, principalmente em casa. Como você se porta na frente do seu filho? Se não expressa as suas opiniões claramente, não oferece ajuda, não cumprimenta as pessoas ou age de maneira agressiva, o seu filho provavelmente seguirá o seu exemplo, pois parecerá o comportamento "natural". "As crianças aprendem a  comportar-se observando os pais em diferentes situações do quotidiano, como trânsito, supermercado, filas...… Demonstre gentileza, civilidade e cortesia", afirma a psicóloga Edna Maria Marturano.

3. Imponha limites e regras, sem culpas:
Viver em sociedade é saber respeitar os outros. Quando mais nova, a criança recebe todo o amor e atenção dos pais, tendo os seus desejos e necessidades atendidas. Porém, com o passar do tempo, ela precisa aprender a conviver com outras pessoas, com outros desejos e necessidades. 

O resultado de uma educação sem limites? "A criança  torna-se um adulto egoísta, incapaz de perceber a necessidade do outro ou como seus atos afetam as outras pessoas", explica a psicóloga infantil Marta Santos Oliveira. 

Muitos pais têm medo de traumatizar os filhos e evitam reprimi-los, "afinal, são crianças ainda". Porém, é saudável e necessário aprender a controlar emoções e impulsos desde cedo. Dizer "não" é uma forma de mostrar que não se pode ter tudo o que se quer no momento em que se quer. "A criança aprende a conviver com a negação e frustração, tão presentes no futuro, principalmente profissional", explica a doutora em Educação Andrea Ramal. 

 Se a criança quer comer sobremesa antes do jantar, por exemplo, os pais devem dizer que isso pode estragar o apetite e fazer com que ela deixe de ingerir nutrientes necessários para uma vida saudável, acrescentando que, depois do jantar, ela poderá comer a sobremesa. Com essa orientação, ela desenvolverá autonomia, sendo capaz de tomar decisões segundo as regras não porque os pais mandaram, mas porque ela entende a importância das regras e concorda com elas. 

4. Desenvolva a auto estima e a confiança:
A auto estima é a valorização do que se é e leva à autoconfiança, a capacidade de se sentir confiante e capaz diante das mais diversas situações. Os pais têm um papel fundamental na construção da auto estima do filho. Quando eles se interessam pelos seus estudos, acompanham os trabalhos de casa, perguntam sobre o seu dia e sobre o que aprendeu, o filho entende que os pais se importam com ele e pensa "sou importante e amado!". 

Diálogo aberto e afeto também contribuem para o desenvolvimento da auto estima. "Se os pais valorizam o filho, ele também se valoriza", resume a educadora Andrea Ramal. 

5. Ofereça oportunidades para a interação social:
Cuidado com a superproteção! Impedir o seu filho de conviver com crianças da mesma idade é tirar a oportunidade de desenvolver uma sociabilidade saudável. Brincar é natural e muito bom para as crianças. "É uma oportunidade única para aprenderam a lidar com conflitos, a resolver problemas e adquirirem noção das regras sociais e limites", diz Edna Maria Marturano, 

A tecnologia, presente cada vez mais cedo na vida das crianças, pode ser uma ótima aliada num primeiro momento, pois permite que elas interajam sem se exporem tanto, mas não deve ser a única fonte de interações sociais. "Os adultos devem estimular as interações ao vivo", recomenda a professora de Psicologia Clínica e do Desenvolvimento Alessandra Bolsoni.

6. Aceite e respeite a personalidade do seu filho:
Os especialistas mostram que somos naturalmente sociáveis, uns mais, outros menos. E, apesar de ser possível desenvolver a sociabilidade, os pais não precisam se desesperar se o filho for um pouco tímido. A timidez só é um problema se prejudicar concretamente a vida pessoal e escolar da criança. "Uma criança pode viver feliz e se desenvolver para uma vida adulta saudável mesmo sendo mais reservada", explica psicóloga  Edna Maria Marturano. Por isso é importante aceitar e acolher a criança como ela é. "Parece um paradoxo, mas sem esse acolhimento, o adulto corre o risco de pressionar em vez de encorajar e isso produz resultado oposto ao desejado. A criança pode se retrair ainda mais", aconselha Edna. 

Porém, se a criança estiver realmente a sofrer devido à sua personalidade, o melhor é procurar a ajuda de um psicólogo. 

7. Não compare com outros:
Muitos pais querem que os seus filhos sejam os melhores em tudo, que tenham mais oportunidades, mais conquistas e mais amigos. Essa cobrança excessiva pode gerar ansiedade e stress  nas crianças. Não se preocupe se o seu filho não for o aluno mais popular da turma. O importante não é ter muitos amigos, mas bons amigos. "Popularidade não é sinónimo de sociabilidade. O número não importa, mas a qualidade dos relacionamentos", explica a psicóloga Edna Maria Marturano. Ter poucos bons amigos é uma conquista que requer sociabilidade e não deve ser apontado como falta de habilidade da criança.

8. Não o pressione demais se ele for tímido:
A sociabilidade pode e deve ser encorajada, mas os pais não devem pressionar uma criança tímida ou reservada a ter iniciativas que são muito difíceis para ela, como introduzir-se em um grupo de desconhecidos. "O encorajamento precisa respeitar o limite da criança", orienta psicóloga e professora  Edna Maria Marturano. O ideal é tirar aos poucos da zona de conforto, começando pelos desafios mais fáceis e, antes de propor o próximo passo,  assegurar-se de que a criança está preparada.

9. Ajude-o a conhecer-se melhor:
Todo o ser humano possui defeitos e qualidades. O auto conhecimento  ajuda-nos a percebê-los de maneira honesta, sem exagerar nas qualidades ou amenizar os defeitos. 

Conhece-ser a si mesmo é o primeiro passo para transformar o que for necessário. "Quando sabemos o caminho e a direção, tudo fica mais fácil", diz a psicóloga infantil Marta Santos Oliveira. 

O pai pode ajudar o seu filho a se conhecer aproveitando situações para conversar. Assistam a um filme e troquem ideias sobre ele. Faça perguntas como "com quem você mais se identificou? Por quê? Você faria a mesma coisa que o personagem? O que teria feito de diferente?" 

"Perguntas como essas são importantes para a criança desenvolver a sua capacidade de reflexão e principalmente para aprender a pensar sobre si mesma", diz a educadora Andrea Ramal. 

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ação de Informação e Sensibilização sobre o VIH/SIDA na Seomara





Nos dias 15  e 19 de janeiro, entre as 10h00 e as 11h45, as turmas do 5º1, 5º2, 5º3, 5º4, 5º5, 5º6, 5º7 da Escola Básica 2,3 D. Francisco Manuel de Melo e a turma 7º1 da Escola Secundária Seomara da Costa Primo, estiveram presentes no auditório da Escola - Sede do agrupamento para assistirem e participarem na Ação de Informação e Sensibilização sobre o VIH/SIDA.

Esta sessão foi promovida pelas técnicas do GAAF - Andreia Alvarez e Vanessa Correia e ministrada pelo Dr. Sérgio Luís, representante da Associação Abraço. 

Esta Ação contou também com a colaboração dos alunos do 2OF2, que fizeram a reportagem fotográfica.







sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Gabinete de Apoio ao Imigrante Sobreendividado


O Gabinete de Apoio ao Imigrante Sobreendividado resulta de uma parceria entre a Direcção Geral do Consumidor, Associação Nacional de Mediação Socio-Cultural - Mediar e o ACM, IP.

Este Gabinete está integrado no CNAI-Lisboa e tem como função informar, aconselhar e acompanhar o Cliente bancário que se encontra em risco de incumprimento das obrigações decorrentes de contrato de crédito celebrado com a instituição de crédito.

Em concreto, são atribuições do gabinete as seguintes funções:
• Informar o Cliente Bancário sobre os seus direitos e deveres;
• Apoiar o Cliente Bancário na análise das propostas apresentadas pelas instituições de crédito;
• Acompanhar o Cliente Bancário aquando da negociação entre este e as instituições de créditos, no âmbito do PARI e do PERSI;
• Prestar informações em matéria de endividamento e sobreendividamento;
• Apoiar o Cliente Bancário na avaliação da sua capacidade de endividamento;
• Renegociação do contrato de crédito à habitação.
Todo o apoio prestado pelo gabinete aos Clientes no âmbito de acesso à rede de apoio ao consumidor endividado é gratuito, e está abrangido pelo segredo profissional.

GAIS
Gabinete de Apoio ao Imigrante Sobreendividado
Horário de Atendimento:
de 2.ª a 6.ª feira, das 09h às 17h

CENTRO NACIONAL DE APOIO AO IMIGRANTE - CNAI
National Immigrant Support Centre - CNAI
CNAI LISBOA / CNAI LISBON
Rua Álvaro Coutinho, n.º 14
1150-025 Lisboa
Tel: 218 106 100 Fax: 218 106 117

Horário: 2.ª a 6.ª - 8h às 17h
Transportes Públicos: Metro Linha Verde, estação “Anjos” ou “Intendente”;
Autocarros: 12, 30, 60, 708

Linha SOS Imigrante / SOS Immigrant Phoneline
 808 257 257 21 810 61 91

Mais informações em:
www.acidi.gov.pt

Centro Nacional de Apoio ao Imigrante - Linha SOS Imigrante


Os Centros Nacionais de Apoio ao Imigrante (CNAI) foram criados em 2004 para dar resposta a algumas das dificuldades sentidas pelos imigrantes no seu processo de integração em Portugal. As diferenças culturais, as diferenças na organização da sociedade, as diferenças no sistema legislativo, a quantidade de serviços diferentes aos quais os imigrantes têm de recorrer, levaram o ACIDI, I.P. a criar um centro que reunisse, num mesmo espaço, diferentes serviços, instituições e Gabinetes de Apoio ao Imigrante. Um espaço pensado especialmente para os imigrantes.

O projecto do CNAI foi distinguido em 2005, com o 1º lugar do Prémio Boas Práticas no Sector Público, na categoria atendimento a clientes, promovido pela Deloitte e pelo Diário Económico e foi ainda considerado exemplo de uma boa prática, no "Manual de Integração para decisores políticos e profissionais" (em Novembro de 2004), pela Direcção-Geral para a Justiça, Liberdade e Segurança da Comissão Europeia. 

Existe um CNAI em Lisboa, no Porto e em Faro.

Os Centros Nacionais de Apoio ao Imigrante (CNAI) são compostos por diferentes gabinetes, uns da responsabilidade de determinadas instituições públicas, outros da responsabilidade do ACIDI, criados para dar resposta de âmbito especializado.

Actualmente, no CNAI de Lisboa, encontram-se instaladas as seguintes instituições: Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Segurança Social (SS), Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), Conservatória dos Registos Centrais (CRC), Ministério da Educação (ME) e Ministério da Saúde (MS).No CNAI do Porto, encontram-se presentes as mesmas instituições à excepção do Gabinete de Saúde.
Para além das instituições, os CNAI contam ainda com gabinetes especializados, criados pelo ACIDI, que visam prestar apoio e informação em áreas diversificadas e específicas. São eles: o Gabinete de Apoio ao Reagrupamento Familiar (GARF), o Gabinete de Apoio Jurídico ao Imigrante (GAJI), o Gabinete de Apoio Social (GAS), o Gabinete de Apoio à Habitação (GAH), o Gabinete de Apoio ao Emprego (com duas recentes vertentes, uma de coordenação da Rede GIP Imigrante - Gabinete de Inserção Profissional - e outra especializada na área do Empreendedorismo), o Gabinete de Apoio ao Imigrante Consumidor (GAIC) e o Gabinete de Apoio à Qualificação (GAQ).

Como Gabinete de apoio ao funcionamento geral dos CNAI existe, ainda, um Gabinete de Acolhimento e Triagem, conhecido por GAT.
GATTrata-se de um Gabinete onde se efectua a triagem, se cria um processo e onde, sumariamente, se descreve o assunto que se pretende ver resolvido, procedendo-se ainda ao encaminhamento adequado dos clientes que pretendem aceder às instituições ou gabinetes específicos. Neste Gabinete são igualmente prestadas informações de carácter geral, que não carecem de apoio especializado.

Todos estes gabinetes e serviços trabalham em estreita colaboração. Concentrados num espaço físico comum visam, de forma completa e integrada, prestar apoio, informação, encaminhamento, aconselhamento e, por vezes, desenvolver actividades de mediação, nas questões/problemas que são colocados pelos clientes.
Para a concretização do acima referido, o CNAI sempre foi e pretende continuar a ser, uma estrutura dinâmica caracterizada pela constante adaptação dos procedimentos, métodos de trabalho e de funcionamento, às necessidades sentidas pelos clientes que o procuram.

Inaugurada a 13 de Março de 2003, a Linha SOS Imigrante - 808 257 257 /  218 106 191 -  é um serviço telefónico de atendimento que funciona nas instalações do CNAI Lisboa.

Esta linha foi criada com o objectivo de disponibilizar a imigrantes e respectivas associações, bem como a empresas e órgãos da administração pública, um serviço de atendimento telefónico apto a prestar informações gerais sobre a temática da imigração, em 10 línguas.

Assim, os principais objectivos do SOS Imigrante são:
• Fornecer telefonicamente toda a informação na área da imigração.
• Responder de imediato às perguntas mais frequentes.
• Responder posteriormente sempre que, pela complexidade da questão, não o seja possível fazer no momento.
• Encaminhar sempre que as questões não sejam do âmbito da Linha SOS.
• Aconselhar e detectar casos de situações graves
• Ajudar a garantir a igualdade efectiva de direitos e deveres no acesso ao trabalho, à habitação, à saúde, à educação,..
• Acolher e integrar os imigrantes de uma forma cada vez mais humana

A linha funciona de segunda a sexta das 9:00h às 19:00h

808 257 257  - se ligar a partir da rede fixa (custo de chamada local)

218 106 191 - se ligar a partir da rede móvel


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Programa Nacional de Vacinação - vacina contra infeções por vírus do Papiloma humano (HPV)


O que é o vírus do papiloma humano?

O HPV é um vírus sexualmente transmissível com a capacidade de infetar todas as pessoas, independentemente do seu sexo, idade, etnia ou localização geográfica.


Vacinação:

A vacina contra o HPV, o papiloma vírus humano, previne a infecção por este vírus e o cancro do colo do útero. Ela está indicada para mulheres entre os 9 e os 25 anos de idade que ainda não tenham iniciado a sua vida sexual ou que ainda não entraram em contacto com o vírus.


No entanto, indivíduos que já iniciaram a sua vida sexual também podem tomar a vacina, mas a sua eficácia pode estar diminuída, pois já podem ter entrado em contacto com o vírus. Além disso, mulheres que já iniciaram tratamento para o HPV também podem tomar a vacina com o objetivo de diminuir o número de recidivas.

A vacinação pode ajudar a prevenir a infeção pelo HPV e o cancro de colo do útero, mas não os trata. Por isso, também é importante usar o preservativo em todos os contactos íntimos e, além disso, a mulher deve consultar o ginecologista pelo menos 1 vez por ano e realizar exames ginecológicos como o Papanicolau.

A vacina contra o HPV tem eficácia comprovada durante 8 a 9 anos e está contraindicada para gestantes e indivíduos com doenças agudas ou com hipersensibilidade aos componentes da vacina.

 Seguindo as recomendações do laboratório Sanofi Pasteur MSD, a Comissão Técnica de Vacinação, o grupo de especialistas que aconselha os responsáveis da DGS,  propôs que a imunização em duas doses fosse integrada no PNV num esquema com um intervalo de seis meses, e estipulou que a vacina devia ser administrada entre os 10 e os 13 anos inclusivé.

Em Abril deste ano (2014), a Sanofi Pasteur MSD já tinha anunciado, aliás, que a Comissão Europeia autorizara o esquema de vacinação em duas doses, para crianças entre os 9 e os 13 anos. Este esquema, explicou então o vice-presidente da empresa, Stephen Lockhart, “baseia-se em dados que demonstraram que duas doses garantem uma resposta imunitária nas adolescentes".

As raparigas que se atrasem na vacinação relativamente à idade recomendada podem iniciá-la até aos 18 anos exclusive e as que já fizeram pelo menos uma dose podem completar a imunização gratuitamente até aos 25 anos de idade.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) publicou no dia 3 de dezembro de 2014  novas recomendações na luta contra o cancro do colo do útero para permitir uma melhor prevenção nos países pobres.

A OMS defende agora a aplicação de duas doses da vacina contra o vírus do Papiloma Humano (HPV), contra as três recomendadas anteriormente, em raparigas com idades entre nove e 13 anos.

A OMS, que apresentou as suas novas recomendações no congresso mundial de luta conta o cancro, em Melbourne, estima que duas injeções são mais eficazes do que três.

Com 17 casos de cancro do colo do útero por cem mil habitantes e cerca de mil novos doentes são diagnosticados em cada ano,  Portugal tem uma das mais elevadas incidências deste tipo de tumor na Europa Ocidental. Por ano morrem cerca de três centenas de mulheres com cancro de colo do útero. 

A vacina é administrada gratuitamente nos centros de saúde.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ser feliz depende, em grande parte, de nós... algumas atitudes a evitar que nos ajudam a ser feliz:




Há um padrão que se encontra em grande parte das pessoas infelizes. Quem o diz é um investigador da Universidade da Califórnia, certo de que quem não é feliz com a vida tem hábitos crónicos que o impedem de mudar, segundo o Huffington Post.

Há hábitos crónicos que as pessoas infelizes parecem dominar. A convicção é de Sonja Lyubomirsky, investigador da Universidade da Califórnia, que não tem dúvidas em afirmar que “40% da nossa capacidade para sermos felizes está no poder da mudança”.

1. Acreditar, o tempo todo, que a vida é dura: As pessoas felizes sabem que a vida pode ser difícil, mas preferem enfatizar os momentos bons. Os infelizes vêem-se, frequentemente, como vítimas da vida.


2Concentrar-se no que está errado, em vez de enfatizar o que está certo: Responder aos atributos positivos com um ‘sim, mas’ é meio caminho andado para ser infeliz.

3. Comparar-se aos outros e alimentar invejas: Pessoas infelizes julgam que a sorte dos outros é o seu azar e que não há bondade no mundo. Tal leva à inveja e ao ressentimento.

4. Esforçar-se para controlar a sua vida: Deixar acontecer é um dos segredos para alcançar a felicidade. Controlo (desânimo sempre que algo não corre como o esperado) e concretização de sonhos ou objetivos não é a mesma coisa.

5. Encarar o futuro com preocupação e medo: Teimar com o que poderá dar errado leva a que se encare o futuro com medo.

6. Não ter uma conversa sem reclamar: Quando as dificuldades da vida são o tema de conversa dominante, algo de errado se passa. Certo é que ninguém é perfeito, mas isso não nos deve impedir de ser positivos com a vida.

sábado, 22 de novembro de 2014

A importância de elogiar o seu filho



Comparecer às apresentações na escola, dar atenção e elogiar os esforços feitos pelo seu filho nas suas atividades diárias, é fundamental para a construção da auto estima.


A família é a primeira grande referência das crianças. Todas as vezes que elas fazem algo e dão o seu melhor, precisam que alguém reconheça a qualidade daquilo que foi realizado. E as pessoas mais importantes durante a infância são os pais.

É muito importante o elogio dos pais para a auto estima da criança, especialmente quando ela é bem pequena. A sua segurança  forma-se com grande participação da aprovação dos pais, a partir dos elogios que eles lhe fazem.


E de que forma os pais podem prestigiar seus filhos? Dedicando tempo, atenção e participando das atividades dos filhos. E não apenas nos momentos de festa. É claro que é muito importante ir às apresentações da escola, mas o seu filho também se sentirá prestigiado se perceber que você frequenta as reuniões de pais, porque com isso você demonstra que acompanha e se preocupa com o seu desempenho na escola.